Mulheres e leitura

Lesenswerte Links #04

O fim de semana chegou mas você não está a fim de sair?

Por que você não aproveita então para treinar o alemão com textos da vida real?

Olha só o que andou rolando na mídia do único país europeu com uma líder de Estado mulher.

»Prinzessinnenreporter«: cinco jornalistas alemãs se juntam para lançar um projeto original, inovador e que pretende chacoalhar um pouco as coisas no jornalismo on-line, que – segundo as idealizadoras – anda meio para baixo. Será que elas conseguirão?

Online-Medien haben in der Regel zwei Geschäftsmodelle: Einen Dummen finden, der sie aufkauft, oder alle anderen mit dem Geld von noch Dümmeren aufzukaufen. Was strebt Ihr an? 

»Studie zur Frauenquote«: Nessa semana, foi finalmente aprovada na Alemanha uma lei que estabelece cotas para mulheres em conselhos administrativos de empresas. Em corporações de grande porte, esse percentual deve ser de 30%. Essa entrevista com a psicóloga e executiva Ines Imdahl mostra por que essa medida é necessária e benéfica para todo mundo: mulheres, homens, crianças, empresas e macroeconomia.

So schnell ändert sich die Gesellschaft nicht von allein. Die Unternehmen müssen sich ändern. Denn mit der Quote entsteht auch ein neues Männerbild. Paare würden sich Haushalt und Kinder dauerhaft anders aufteilen, nicht nur für ein paar Monate. Nur so wird sich unsere Gesellschaft von alten Rollenbildern verabschieden

»Armut ist sexistisch«: A reportagem da Deutsche Welle divulga o resultado que revela a desigualdade abismal entre homens e mulheres em países em desenvolvimento. Não é exatamente uma novidade para quem mora abaixo da linha do Equador, mas é bom que essa discussão ocupe espaço na mídia germânica.

Gäbe man Frauen in der Landwirtschaft den gleichen Zugang zu Produktionsmitteln wie Männern, würde die Zahl der chronisch Hungernden weltweit um 100 bis 150 Millionen Menschen sinken.

»Ein Stern für die Karmaliste«: Por outro lado, exemplos de auto-afirmação e conquistas femininas dão alguma esperança. Essa reportagem do TAZ mostra como modelos com vitiligo e deformidades corporais vêm conquistando espaço nas passarelas e abalando algumas regras no mundo da moda.

Frauen wie sie sind auf den Laufstegen dieser Welt eigentlich nicht vorgesehen. Gelegentlich werden Damen mit der Kleidergröße 38 als „Plus-Size-Model“ gefeiert, die wenigen schwarzen Models klagen über Rassismus in einer weißen Branche. 

»Statt waxen: wachsen lassen«: por si só, o título da matéria já sairia ganhando só por mostrar que “depilar” (»waxen«) e “crescer” (»wachsen«) tem absolutamente a mesma pronúncia em alemão. Mas não é só isso. A jornalista conta a experiência de como começou a se depilar com 12 anos de idade e de como se livrou dessa obrigação interna aos 22.

Als wir 14 wurden, kam ein bizarrer Trend auf: Meine Freundinnen und ich begannen uns nicht nur die Haare unter den Armen, sondern sogar die auf den Armen zu rasieren. Von der Hand bis zur Schulter. Jeden zweiten Tag. Über Monate war mein Körper, vom Kopf abgesehen, komplett haarlos

»St. Pauli pinkelt absofort zurück«: O clube St. Pauli criou uma ação inteligente e divertida para punir caras bêbados que saem mijando pelos muros de Hamburg. Um impermeabilizante que reflete líquidos foi aplicado em diversas paredes da cidade e o resultado… bem, veja você mesmo.

Einige Wände, an die oft gepinkelt wird, sind jetzt mit superhydrophobem Lack beschichtet, wie der „St. Pauli Blog“ schreibt. Der soll so wasserabweisend sein, dass der Urin regelrecht abprallt und zurückgespritzt wird

Continua achando alemão difícil?

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